terça-feira
Diego Costa do Atlético de Madrid jogará pela Fúria
Nesta terça-feira, enfim, a notícia que promete abalar as estruturas da CBF e de Luiz Felipe Scolari chegou. O twitter oficial da seleção espanhola confirmou que o brasileiro do atacante do Atlético de Madrid Diego Costa defenderá a Fúria já na próxima convocação. O próprio jogador registrou no cartório a sua intenção de jogar futebol pela Espanha.
quarta-feira
“Você precisa, primeiro de tudo, gostar do que faz”, afirma Armelino Donizete Quagliato, o Zetti,“Não é qualquer um que gosta. Você joga no gol, sozinho, toma bolada, pode levar um gol e ainda tem grande chance de ser criticado.”
Movimentos de judô, vôlei e outros esportes agora são empregados nos exercícios. Muitos garotos se inscrevem com o sonho de seguir carreira. Alguns já foram aprovados em testes no Palmeiras, no Corinthians e outros clubes. Entre os profissionais, hoje Rubinho, ex-Corinthians e Genoa, está trabalhando na academia para se manter em forma, enquanto espera um clube. Mas nem todos têm essa pretensão, claro, num universo de alunos de 8 a 66 anos de idade. “O que a gente faz é passar noção de como jogar no gol, melhorar a coordenação motora, como cair sem medo, mostrar que saltar nem sempre é tudo, treinar todo o tipo de situação. A gente dá todo o fundamento”, conta. “Só não tem jogo, porque aí não consigo fazer só com goleiro.”
É isso que o ex-goleiro da Seleção Brasileira também fala aos alunos que se inscrevem em sua academia especializada e dedicada exclusivamente para a profissão, de nome bem sugestivo: “Fechando o Gol”.
E aí, entre os mais de 450 alunos que passam ou passaram pelo treinamento, não importa a idade ou as intenções, se quer seguir carreira ou se apenas se dedica a acabar com a brincadeira dos companheiros da pelada do fim de semana. “O mais importante mesmo é ele gostar de jogar no gol.”
No campo
O início debaixo das traves para este garoto de Porto Feliz, no interior de São Paulo, foi meio natural. “Sempre tive uma grande vantagem na minha adolescência, porque tinha facilidade no esporte usando as mãos, talvez por aprender a fazer muitas coisas desde muito cedo no sitio em que nasci. Na escola, jogava basquete e vôlei. Acabei sendo um atleta diferenciado jogando no gol”, conta, antes de confessar o outro lado da história: “Na linha eu brincava, mas não era escolhido porque eu era ruim, mesmo”.
O início debaixo das traves para este garoto de Porto Feliz, no interior de São Paulo, foi meio natural. “Sempre tive uma grande vantagem na minha adolescência, porque tinha facilidade no esporte usando as mãos, talvez por aprender a fazer muitas coisas desde muito cedo no sitio em que nasci. Na escola, jogava basquete e vôlei. Acabei sendo um atleta diferenciado jogando no gol”, conta, antes de confessar o outro lado da história: “Na linha eu brincava, mas não era escolhido porque eu era ruim, mesmo”.
Já em Capivari, o goleiro Zetti começou a se destacar em jogos locais até ser indicado por um amigo para testes no Guarani. Foi aprovado no Bugre, mas acabou dispensado aos 17. Sua próxima escala foi o Palmeiras, demorando para se firmar. Foi emprestado duas vezes para o Paraná, jogando por Toledo, pelo qual foi eleito o melhor arqueiro do Estado, e Londrina. Na volta de um segundo empréstimo, em 1986, teve de se contentar como terceiro goleiro.
Em 1987, a grande chance. O titular Martorelli acabou expulso em jogo do Paulistão, e Zetti foi para o campo. “Aí foi minha ascensão, o alicerce da minha carreira”, comenta. Ele passou 13 partidas consecutivas sem tomar um gol sequer. Foram precisamente 1.238 minutos de invencibilidade, que lhe renderam muitas manchetes, até que o zagueiro ex-Palmeiras e Seleção Luis Pereira o superasse vestindo a camisa do Santo André.
"Quase parei"
Zetti gostava de jogar no gol, não há como duvidar. Afinal, como se não bastassem os percalços peculiares da posição, a única que exige um uniforme diferente de seus outros dez companheiros em campo, ele teve de lidar com essas idas e vindas e situações complicadas antes de prosperar. Do pior momento ele não esquece nem a data. “Quebrei a perna no dia 17 de novembro de 1988, contra o Flamengo”, conta, de modo seco, recordando uma dividida com o atacante Bebeto, no Maracanã.
Zetti gostava de jogar no gol, não há como duvidar. Afinal, como se não bastassem os percalços peculiares da posição, a única que exige um uniforme diferente de seus outros dez companheiros em campo, ele teve de lidar com essas idas e vindas e situações complicadas antes de prosperar. Do pior momento ele não esquece nem a data. “Quebrei a perna no dia 17 de novembro de 1988, contra o Flamengo”, conta, de modo seco, recordando uma dividida com o atacante Bebeto, no Maracanã.
Ficou oito meses parado. Quando retornou ao time, o jovem Velloso havia tomado conta da posição, e o técnico Emerson Leão, ex-goleiro, começou a revezá-lo no banco de reservas. No fim, acabou afastado do elenco e dos gramados novamente. “Fiquei sem contrato, procurando clube. Quando aparecia alguém interessado, o Palmeiras pedia muito. O Flamengo, do Telê, e o Grêmio foram dois, mas ninguém aceitaria pagar o que estavam pedindo”, lembra. “Foi aí que comecei a pintar, a fazer outras atividades. Estava de saco cheio e fiquei muito perto de parar de jogar.”
No fim, um amigo, de fora do futebol, interveio e comprou seu passe. Zetti passou dois meses na Europa e chegou a fazer testes pelo time B do Atlético de Madrid. Até que recebeu uma ligação que mudaria sua vida. Valdir Joaquim de Moraes, ex-goleiro do Palmeiras e um dos pioneiros no exercício da preparação de goleiros, entrou em contato, falando sobre o interesse do São Paulo. Um contrato de empréstimo de dez meses foi acertado em 1990. Mas ele só sairia do time em 1996, e aquele amigo lucrou com seu investimento.
ConsagraçãoAí, sim, ele teve a chance de trabalhar com Telê Santana. Em seu primeiro ano, o clube se reestruturou. Dali para a frente ganharia praticamente tudo o que disputaria, formando um dos maiores times da história do Brasil. Foram duas Copas Intercontinentais, contra os poderosos Barcelona (que já havia sido derrotado por 4 a 1 em um Troféu Teresa Herrera) e Milan, duas Libertadores, um Brasileiro, dois Paulistas e muito mais.
“O Telê conseguia fazer isso: montar um time. Ele era muito bom em observar, sabia a peça que precisava. Aos poucos, o time foi se encaixando, e ele, passando confiança para o grupo. O Raí era o craque, o Muller era o craque, mas tínhamos um grande time”, afirma. “Ele também dava o respaldo para nós e ajudava o time a seguir na linha, sem se desequilibrar. Fomos campeões em 1991, 92, 93 e não saímos do foco. O perigo no futebol é quando você sobe no pedestal, deixa a vaidade influenciar. Não tínhamos isso. Foi uma fase brilhante.”
Em meio a tantos troféus com seu clube, ainda viria o maior de sua carreira: a Copa do Mundo da FIFA EUA 1994, como reserva do lendário pegador de pênaltis Taffarel. Como era aceitar ser reserva em sua melhor fase? “Penso que em 1993 foi meu grande momento. Estava preparado para jogar as eliminatórias. Já havia passado por decisões e sido campeão. Estava maduro, bem fisicamente, e lamento não ter jogado. Queria uma chance”, diz. “Mas sempre admirei o Taffarel, era fã dele, torci junto com ele na Copa.”
ExperiênciaToda essa bagagem agora Zetti coloca à disposição de seus alunos. Sempre que pode, ele vai para a quadra, participa das aulas e dá dicas. O maior desafio foi desenvolver uma metodologia para a academia, criada há três anos. “Não sabíamos o caminho certo disso, não havia parâmetro. Na prática, cada atleta se comporta diferente. Ficamos estudando esses comportamentos, para achar o ponto certo, para elaborar e aí passar essa sequência para os meninos, principalmente aqueles que estão iniciando.”
Movimentos de judô, vôlei e outros esportes agora são empregados nos exercícios. Muitos garotos se inscrevem com o sonho de seguir carreira. Alguns já foram aprovados em testes no Palmeiras, no Corinthians e outros clubes. Entre os profissionais, hoje Rubinho, ex-Corinthians e Genoa, está trabalhando na academia para se manter em forma, enquanto espera um clube. Mas nem todos têm essa pretensão, claro, num universo de alunos de 8 a 66 anos de idade. “O que a gente faz é passar noção de como jogar no gol, melhorar a coordenação motora, como cair sem medo, mostrar que saltar nem sempre é tudo, treinar todo o tipo de situação. A gente dá todo o fundamento”, conta. “Só não tem jogo, porque aí não consigo fazer só com goleiro.”
Posição: Goleiro
Clubes: Toledo (1983), Palmeiras (1984), Londrina (1985), Palmeiras (1986-89), São Paulo (1990-96), Santos (1996-99), Fluminense (2000), União Barbarense (2001), Sport (2001)
Seleção: 17 jogos
Principais títulos: Copa do Mundo da FIFA EUA 1994, Copa Intercontinental (1992, 1993), Copa Libertadores (1992, 1993), Recopa Sul-Americana (1993, 1994), Supercopa (1993), Campeonato Brasileiro (1991), Campeonato Paulista (1991, 1992), Torneio Rio-São Paulo (1997)
Expulsões em questão de segundos
Um gol-relâmpago de Tim Cahill, um cartão vermelho em Portugal, um empate na Espanha, um desempenho impressionante na Itália e uma marca centenária na Inglaterra.
100
gols no Campeonato Inglês foi o total alcançado por Steven Gerrard no sábado, quando o Liverpool empatou em 2 a 2 na visita ao Newcastle. O capitão dos Reds estufou as redes cobrando penalidade no seu 449º jogo de Premier League e se tornou somente o terceiro atleta do clube a atingir a centena, depois de Robbie Fowler e Michael Owen. O centésimo gol de Gerrard saiu quase 14 anos depois do primeiro, marcado contra o Sheffield Wednesday no dia 5 de dezembro de 1999, e foi o 20º pênalti convertido pelo meia inglês. Companheiro de Gerrard no Liverpool, Daniel Sturridge também deixou o próprio nome na súmula e agora acumula tentos nas últimas seis partidas que disputou fora de casa pela liga nacional, um número superado apenas por Robin van Persie, que registrou nove.
64
partidas consecutivas com pelo menos uma bola na rede pelo Campeonato Espanhol foi a longa sequência interrompida pelo Barcelona no sábado. O campeão ibérico ficou no 0 a 0 com o Osasuna, encerrando uma série iniciada em janeiro de 2012 e que quase duplicou o recorde anterior, estabelecido em 35 jogos pelo Real Madrid. O empate sem gols também deu fim à contagem de outro recorde do Barça, com vitórias nas oito primeiras rodadas da competição. Mesmo assim, os comandados de Gerardo Martino permanecem invictos há 14 jogos oficiais na atual temporada, e mantiveram a própria meta intacta em oito oportunidades. Aliás, ao impedir que o Osasuna marcasse um gol, Víctor Valdés se igualou a Iker Casillas, que acumula 165 partidas sem ser vazado na liga nacional.
8
segundos eram apontados no cronômetro quando Tim Cahill anotou o gol mais rápido da história da Major League Soccer (MLS), no último domingo. A velocidade com que o jogador da seleção australiana foi às redes lhe rendeu o novo recorde da elite norte-americana, superando em três segundos a marca registrada por Dwayne De Rosario em 2003. E foi um golaço, também. Cahill deixou o círculo central para receber um lançamento de Dax McCarty na intermediária, dominou a bola no peito e, desde a entrada da área, mandou um petardo no canto superior esquerdo da meta do Houston Dynamo. O gol, que foi o quarto de Cahill nas últimas cinco partidas de campeonato que disputou, abriu caminho para a vitória do New York Red Bulls por 3 a 0 fora de casa. Ele também deixou o time precisando apenas de um triunfo contra o Chicago Fire, neste domingo em Nova York, para garantir a melhor campanha da temporada regular nas duas conferências da MLS.
2
cartões amarelos no espaço de 20 segundos fizeram com que o mexicano Héctor Herrera fosse expulso da equipe do FC Porto com apenas seis minutos de bola rolando nesta terça-feira no Estádio do Dragão, onde os donos da casa acabaram perdendo do Zenit de São Petersburgo pelo placar mínimo na terceira rodada da UEFA Champions League. Foi a expulsão mais rápida da história do principal interclubes europeu, com exceção dos cartões vermelhos diretos recebidos por Craig Bellamy, do Newcastle, e Valerien Ismael, do Werder Bremen — ambos aos cinco minutos do primeiro tempo em partidas contra a Inter de Milão. O time português passou sufoco sem o meia e chegou à segunda derrota diante da própria torcida na Liga dos Campeões pela primeira vez em mais de 11 anos. Mas o Porto não foi o único a amargar um tropeço nos próprios domínios nesta terça-feira. O Schalke 04 sofreu o seu pior revés como mandante ao cair por 3 a 0 diante do Chelsea, encerrando para o técnico José Mourinho uma sequência de seis jogos sem vitória em gramados alemães. Já o Steaua Bucharest quebrou outro recorde da competição ao chegar a 12 jogos consecutivos sem conseguir vencer dentro de casa, superando o jejum vivido pelo Spartak de Moscou entre 2001 e 2006.
1
gol foi tudo que a Roma cedeu nos primeiros oito jogos do Campeonato Italiano, desempenho que iguala um recorde do torneio. Os Giallorossi também estão comemorando o fato de terem vencido nas oito rodadas iniciais da Série A pela primeira vez na sua história, um feito que só a Juventus havia alcançado anteriormente (em 1930/31, 1985/86 e 2005/06). A Juve, por sua vez, teve um fim de semana para ser esquecido. O clube de Turim chegou a estar ganhando da Fiorentina por dois gols no intervalo, mas viu o adversário virar para 4 a 2. Esta foi a primeira vitória em casa da equipe florentina em partidas contra a Vecchia Signora desde que Gabriel Batistuta anotou um gol solitário em dezembro de 1998. Desta vez o herói foi Giuseppe Rossi, que assinou um hat-trick inédito na carreira. Além disso, foi a primeira partida em que a Juventus de Antonio Conte sofreu quatro gols, e o resultado pôs fim à série de dez jogos de invencibilidade dos campeões italianos nas competições de que participam.
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