domingo

Campeão Da Copa das Confederações

© Getty ImagesCampeão para ninguém botar dúvida
A final da Copa das Confederações da FIFA ocupou manchetes por colocar os donos do futebol mundial atual, a Espanha, diante dos maiores vencedores da história e da única grande equipe que ainda não haviam conquistado em sua brilhante era vencedora: a Seleção Brasileira. Pois ainda não foi desta vez. Pelo menos não num Maracanã exultante e com Neymar e Fred inspirados.
Numa atuação irretocável, o Brasil de Luiz Felipe Scolari desmoronou dúvidas e recordes com uma vitória por 3 a 0 - graças a dois gols de Fred e um de Neymar, novamente eleito o Craque do Jogo Budweiser da partida. A série de 26 jogos oficiais sem perder da Furia se encerrou com a primeira derrota em um jogo de competição oficial por três gols de diferença desde 1985, no País de Gales. E a Seleção Brasileira, em casa, conquistou seu quarto título do Festival dos Campeões; terceiro de forma consecutiva.
O primeiro grande momento para a torcida brasileira foi de um tipo de emoção, aquela que gera arrepios, quando os mais de 73 mil torcedores cantaram em uníssono o Hino Nacional Brasileiro. Pois demorou pouco, menos do que se suporia, para a outra emoção, a do grito, chegar. Após cruzamento de Hulk da direita, Fred e Neymar tentaram chegar na bola, disputando com Gerard Piqué. E aí veio o inusitado e instintivo do artilheiro do Fluminense: apesar de estatelado no chão, na pequena área, o centroavante ainda deu um jeito de bater – e forte – na bola, a centímetros de Casillas. Isso tudo com um 1min39s de jogo. Pela terceira vez no torneio, o Brasil abria vantagem com menos de dez minutos de jogo.

Era provavelmente o jogo mais importante da vida de Fred, mas nem parecia. Quer dizer, não se isso devesse significar estar nervoso. Inspirado, o camisa 9 brasileiro participou das outras duas chances de ouro que a Seleção teve nos primeiros 45 minutos. Logo aos 8, Fred desviou de letra cruzamento rasteiro de Neymar e deixou Oscar na cara do gol. O meia do Chelsea bateu buscando o canto direito de Casillas, a centímetros da trave. A segunda grande oportunidade foi do próprio Fred: agora de pé, ele ficou diante de Casillas num contra-ataque rápido, recebendo passe maravilhoso de Neymar no meio da defesa. O goleiro saiu bem para fechar o ângulo e defender o chute.

Espanha, enquanto isso, não tinha pressa para tocar a bola e, aos poucos, esperar a ocasião certa para criar. Foi assim, primeiro, num chute de longe de Iniesta que Júlio César defendeu bem aos 31. Depois, aos 41, quando saiu o que parecia o segundo gol brasileiro: um gol que não foi gol, mas David Luiz evitando o empate de maneira inacreditável. Numa estocada rápida, a Furia, de repente, tomou a até então cuidados defesa brasileira de assalto com dois jogadores contra o goleiro Júlio César. Pedro apareceu cara a cara e tocou consciente, no canto direito. Mas David Luiz voou num carrinho para tocar a bola por cima. O grito das arquibancadas foi mesmo como o de um falso segundo gol – e se mostraria só aquecimento para o verdadeiro.

Os times estavam prontos para ir ao vestiário com um nervoso 1 a 0, mas o talento de Neymar tinha outros planos. A um minuto do final, um contra-ataque pela esquerda parecia ter ligeiramente se estancado, quando Oscar devolveu passe para o camisa 10 pela esquerda da área. E, então, com o centro da área bloqueado, o que o ex-santista fez? Chutou de esquerda, oras. Uma bomba alta, que passou por cima de Casillas e fez com que os dois – ele e Oscar – saltassem literalmente para junto do público para celebrar a vantagem.
Vantagem de dois gols, contra uma equipe vitoriosa como a da Espanha, não é garantia nenhuma com 45 minutos pela frente, mas, se o final de etapa inicial parecia ser quase perfeito, o início do segundo tempo não ficou atrás. E de um jeito bonito. De novo com menos de dois minutos, a vantagem brasileira cresceu: Marcelo ganhou a bola no meio-campo, serviu Hulk, que enfiou a bola para a entrada da área, aparentemente para Neymar. O camisa 10 fez o corta-luz que deixou a bola à mercê de Fred. Dentro da área, de primeira, são poucos os que são capazes de tocar no canto como ele. Três a zero.
A senha para a Espanha reagir veio da mesma forma como haviam chegado boa parte dos gols que a Seleção sofreu na Copa das Confederações: em vacilos individuais na defesa. Desta vez foi Marcelo que, aos nove minutos, cometeu pênalti desnecessário em Jesús Navas pela direita da área. Mas não era mesmo dia dos campeões mundiais: Sergio Ramos bateu para fora à direita do gol. Pronto. Já não havia o que mudasse a festa, com direito a grito de “olé” e um otimismo que não poderia ser maior para a equipe da casa de olho na Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.

Com um a mais após a expulsão de Piqué, a Seleção tratou de aproveitar. De ouvir os gritos calorosos de um Maracanã que não se continha. De ver Pedro e David Villa de novo na cara do gol, ambos negados por defesaças de Júlio César. De viver uma noite perfeita. De assistir a si mesmo fazendo história.
Campeão para ninguém botar dúvida 

terça-feira

Jogos Marcantes Brasil e Uruguai

O primeiro jogo disputado entre Brasil e Uruguai foi realizado no dia 12 de julho de 1916, em Buenos Aires, com uma vitória dos charruas por 2 a 1. E claro que toda rivalidade nos gramados se constrói com partida depois de partida. 
- 1950: Brasil 1 x 2 Uruguai – Copa do Mundo da FIFASe for justa a teoria de que todo grande campeão precisa passar por uma dura provação, um doloroso revés para se formar como tal, não há maior exemplo do que essa partida para comprová-la. A Seleção abriu o placar, levando 200 mil pessoas (ou mais?) no Maracanã ao delírio. Mas a Celeste brigaria e surpreenderia para vencer, numa sequência de fatos que eternizaria essa partida e alguns de seus principais personagens, como os uruguaios Alcides Ghiggia e Obdulio Varela, o goleiro Barbosa e – por que não? – o próprio estádio, recém-inaugurado. “Jamais vi em minha vida um povo tão triste quanto o brasileiro após aquela derrota”, é uma das frases de Ghiggia que fazem parte do léxico do futebol brasileiro desde então. Assim como: “Apenas três pessoas, com um único gesto, calaram um Maracanã com 200 mil pessoas: Frank Sinatra, o Papa João Paulo II e eu”. Para ler mais sobre o jogo, clique no texto relacionado na coluna da direita, “Ensurdecidos pelo silêncio”.
- 1970: Brasil 3 x 1 Uruguai – Copa do Mundo da FIFADemorou para vir o troco, e, de qualquer forma, dificilmente qualquer jogo poderá ter um desfecho tão dramático que compense aquilo por que os brasileiros passaram em casa. Mas, 20 anos depois, brasileiros e uruguaios voltaram a se enfrentar em um Mundial. Aqui, novamente a torcida estava massivamente ao lado da Seleção. Mas a ação em campo se desenvolveria de modo contrário. A Celeste abriu o placar com Luis Cubilla aos 19 minutos, mas seu adversário não perderia  a compostura. Colocaram a bola no chão, tocaram e gastaram sua técnica para marcar três gols com Clodoaldo, Jairzinho e Rivelino. Nenhum desses lances, contudo, exemplificou melhor a revanche do que aquele em que Pelé deixou Ladislao Mazurkiewicz estirado no chão, na entrada da grande área, com um drible inacreditável, sem que tivesse o controle da bola. Seu chute acabou não encontrando o alvo, mas não tinha problema algum: naquele dia, não haveria silêncio algum do lado brasileiro.
- 1993: Brasil 2 x 0 Uruguai – Eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA
Também informalmente conhecido como “o jogo de Romário”. O atacante brilhava na Europa pelo Barcelona, mas estava distante da Seleção, devido a desentendimentos com a comissão técnica. Para um jogo decisivo contra o Uruguai – novamente no Maracanã, agora com mais de 100 mil pessoas –, com a vaga na Copa do Mundo de 1994 ainda por ser garantida na rodada final das eliminatórias, ele acabou chamado de volta. E foi para decidir, com uma atuação inesquecível. “Sabia que ia fazer coisas diferentes naquele jogo. Logo nos primeiros minutos, percebi que ia matar a pau”, disse o Baixinho, que anotou os dois gols da vitória, com lances que aliaram genialidade e explosão física. “Avisei que ia ser o melhor do jogo e que levaria o Brasil para a Copa.”
- 1995: Uruguai 1 (5) x (3) 1 Brasil – Copa AméricaO último grande triunfo da Celeste sobre seu rival, valendo o título do torneio continental – e, melhor, em casa, no estádio Centenário de Montevidéu. A Seleção havia eliminado a Argentina nas quartas de final, na disputa por pênaltis, e, depois, os Estados Unidos – um convidado raro. Já a Celeste passou por Bolívia e Colômbia, duas seleções que viviam grande fase. Na decisão, a terceira entre os dois vizinhos, mais uma partida bastante dura – Enzo Francescoli, por exemplo, terminou com o ombro deslocado e foi até o fim no sacrifício. O centroavante Túlio marcando primeiro para os brasileiros, mas o meio-campista Pablo Bengoechea empatou 21 minutos depois. Nos pênaltis, o próprio Túlio desperdiçaria sua cobrança, enquanto os uruguaios converteriam todos os seus cinco disparos.

Austrália no Brasil em 2014

Austrália está classificada para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Nesta terça-feira, os socceroosvenceram o decisivo encontro com o Iraque por 1 a 0 e se juntaram ao Japão como as equipes que já garantiram presença através das eliminatórias para o maior torneio do futebol mundial. É a terceira vez seguida que a equipe disputa a competição, repetindo os feitos de 2006, quando estreou e chegou às oitavas, e 2010, quando parou na primeira fase.



Austrália garantiu, assim, o segundo lugar do Grupo B, atrás do já classificado Japão e, juntamente com o anfitrião Brasil, formam o grupo de países que já estão confirmados na Copa de 2014.
Com a classificação da Austrália, agora apenas falta definir o terceiro classificado do Grupo B, e tudo se vai decidir nesta noite. Omã, com nove pontos conquistados até agora, joga na Jordânia, que tem sete, em busca da vaga na repescagem continental, que vai colocar frente a frente os terceiros classificados das duas chaves asiáticas (na outra, o Uzbequistão ocupa atualmente o terceiro posto).
O país que sair vencedor desse "play-off" ainda terá de enfrentar, em jogos de ida e volta, o quinto classificado das eliminatórias sul-americanas para garantir um lugar no Brasil 2014.

segunda-feira

Pré - Jogo

Nigéria e Taiti fecham a primeira rodada da Copa das Confederações


FICHA TÉCNICA
TAITI X NIGÉRIA

Local: 
Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 17 de junho de 2013, segunda-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Joel Aguilar (SLV)
Assistentes: William Torres (SLV) e Juan Zumba (SLV)

TAITI: Samin; Simon, Ludivion, Vallar e Vero; Caroine, Bourebare, Jonathan Tehau e Lorenzo Tehau; Chong-Hue e Vahirua
Técnico: Eddy Etaeta

NIGÉRIA: Enyeama; Ambrose, Echiejile, Oboabona e Omeruo; Eze, Mba, Obi Mikel e Ideye; Musa e Oduamadi
Técnico: Stephen Keshi 

Curiosidade

O Taiti já jogou um torneio de base importante: o Mundial Sub-20 de 2009, no Egito. Na ocasião, os taitianos perderam para os próprios nigerianos. Cinco jogadores do Taiti estiveram em campo naquela partida: Teheivarii Ludivion, Heimano Bourebare, Steevey Chonh Hue e os irmãos Alvin e Lorenzo Tehau. Da Nigéria, nenhum. 



sábado

Resultados da 13ª rodada eliminatórias sul-americanas

Resultados da 13ª rodada:
Sexta-feira, 7 de junho

Bolívia 1 x 1 Venezuela
Argentina 0 x 0 Colômbia
Paraguai 1 x 2 Chile
Peru 1 x 0 Equador
Folgou: Uruguai
Classificação
1. Argentina - 25 pontos
2. Colômbia - 20
3. Equador - 20
4. Chile - 18
5. Venezuela - 16
6. Peru - 14
7. Uruguai - 13
8. Bolívia - 10
9. Paraguai - 8

13ª rodada das Eliminatórias sul-americanas

O grande jogoParaguai 1 x 2 Chile
Gols: Roque Santa Cruz (43/2ºT) para o Paraguai; Eduardo Vargas (41/1ºT) e Arturo Vidal (12/2ºT) para oChile 
Consciente do que estava em jogo, Jorge Sampaoli entrou com três atacantes natos e, com essa ambição, dominou as ações quase do início ao fim. O Chile, que ainda não empatou na campanha atual, somou assim a sua terceira vitória consecutiva sobre os paraguaios, duas das quais ocorreram em Assunção. O triunfo não apenas elevou para dois pontos a vantagem sobre a quinta colocadaVenezuela, como também deixou o Chile a apenas dois pontos de Equador e Colômbia, rivais que ainda enfrentará.
A derrota praticamente eliminou o Paraguai, o que acabou tirando um pouco do brilho da marca de Santa Cruz, que, com 26 gols, superou José Cardozo e é agora o maior artilheiro da história da seleção do seu país.
E o que mais?Apesar de só contar com Lionel Messi nos 33 minutos finais, a líder Argentina jogou melhor do que aColômbia. No entanto, não conseguiu superar a resistência do arqueiro David Ospina e teve de aceitar um decepcionante 0 a 0, o qual elevou os colombianos ao segundo lugar. "Ospina esteve excelente", sintetizou o técnico José Pekerman ao explicar o motivo da igualdade, o primeiro 0 a 0 em 14 jogos por eliminatórias entre Colômbia e Argentina. A intensidade do duelo ficou clara nos oito cartões amarelos e nas duas expulsões diretas, de Gonzalo Higuaín e Cristian Zapata.
Por sua vez, o Equador segue sem ganhar como visitante. O selecionado de Reinaldo Rueda acumulava dois empates consecutivos longe de Quito, mas desta vez perdeu por 1 a 0 do Peru em Lima, onde não era derrotado desde 1977, e desceu ao terceiro lugar na tabela. Com um gol do experiente Claudio Pizarro, o resultado fez com que os peruanos superassem o Uruguai na sexta colocação e ficassem a apenas dois pontos da Venezuela, adversária de setembro fora de casa.
Já os venezuelanos desperdiçaram uma excelente oportunidade ao ceder o empate em 1 a 1 com aBolívia em La Paz. Os comandados de César Farías abriram o marcador com Juan Arango, que assim empatou com Giancarlo Maldonado como o máximo goleador histórico da Vinotinto com 22 tentos. No entanto, um gol de Jhasmani Campos a quatro minutos do final amarelou um pouco o sorriso venezuelano. O empate também não serviu para os bolivianos, que continuam seis pontos atrás daVenezuela, mas agora com apenas 12 a serem jogados.
O craque da rodadaClaudio Pizarro (PER)
Aos 34 anos, o atacante peruano ratificou a sua qualidade ao anotar um golaço para definir a vitória sobre o Equador, fazendo com que a sua seleção possa voltar a sonhar com a classificação ao Mundial. Pizarro, que vinha de ganhar com o Bayern de Munique a UEFA Champions League, o Campeonato Alemão e a Copa da Alemanha, só havia balançado as redes nas eliminatórias na segunda rodada, na derrota diante do Chile em Santiago.

terça-feira

Itália divulga a numeração para Copa das Confederações


Goleiros: 1 Buffon (Juventus), 13 Marchetti (Lazio) e 12 Sirigu (PSG).
Defensores: 20 Abate (Milan), 4 Astori (Cagliari), 15 Barzagli (Juventus), 19 Bonucci (Juventus), 3 Chiellini (Juventus), 5 De Sciglio (Milan) e 2 Maggio (Napoli).
Meio-campistas: 7 Aquilani (Fiorentina), 6 Candreva (Lazio), 16 De Rossi (Roma), 23 Diamanti (Bologna), 22 Giaccherini (Juventus), 8 Marchisio (Juventus), 18 Montolivo (Milan) e 21 Pirlo (Juventus).
Atacantes: 9 Balotelli (Milan), 17 Cerci (Torino), 14 El Shaarawy (Milan), 11 Gilardino (Bologna) e 10 Giovinco (Juventus).

Japão é o primeiro país classificado via eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.

Agora é certo: o Japão é o primeiro país classificado via eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Com um empate em 1 a 1 em Saitama nesta terça-feira, os comandados do italiano Alberto Zaccheroni chegaram a 14 pontos no grupo B e, a duas rodadas do final da disputa na Ásia, asseguraram seu lugar ao lado dos anfitriões brasileiros entre as 32 equipes que jogarão o Mundial, entre 12 de junho e 13 de julho de 2014. 
A rodada desta terça tem outras três partidas: pelo mesmo grupo B, o Omã encara o Iraque, em mais um passo da embolada disputa pela segunda vaga. A Austrália foi aos mesmos sete pontos da Jordânia, que descansa hoje. O Omã tem seis pontos, e o Iraque, cinco.
Pelo Grupo A, a jornada tem Catar x Irã e o Líbano recebendo a Coreia do Sul, que é a vice-líder com dez pontos – um a menos do que o Uzbequistão.
                                                                   
Sobre o jogoO apoio massivo dos mais de 62 mil torcedores em Saitama e o clamor com que Zaccheroni falou ao longo de toda a semana sobre a necessidade de se entrar em campo com motivação total se fizeram notar no inícios: os japoneses começaram com ritmo alucinante e tiveram chances de abrir o placar.

O ritmo se assentou com o passar do tempo, mas, apesar disso, nos 45 primeiros minutos o Japão foi superior, controlou a posse de bola no ataque e criou boas oportunidades. Na melhor delas, na marca do pênalti, o astro do Manchester United Shinji Kagawa parou em Mark Schwarzer, que fez uma defesaça num chute à queima-roupa aos 18 minutos. Os australianos só se aventuraram em contra-ataques, um deles com grande perigo, quando Eiji Kawashima precisou fazer uma grande defesa nos pés de Robbie Kruse, aos 34.
A história do segundo tempo foi similar, ou seja, início embalado dos japoneses em busca do gol e uma gradual perda de intensidade. Kagawa, Keisuke Honda e Yuri Nagatomo criaram cada um uma grande chance ao longo da segunda etapa – a última delas aos 35 minutos. E, então, com o empate lhe satisfazendo e pronto para entrar num final de jogo de certa conformidade, o Japão foi surpreendido pela velocidade do contra-ataque dos Socceroos e por um pouco de sorte: aos 37, após jogada pela esquerda, Tommy Oar) cruzou para a área, Kawashima foi mal no lance e a bola acabou morrendo nas redes nipônicas.

Foi até bom para o clima. Os japoneses precisaram batalhar e partir para cima e, aos 46 minutos marcaram um gol de empate com cara de Copa do Mundo: depois de Matt McKay colocar a mão na bola dentro da área, Honda bateu o pênalti com força para decretar o 1 a 1 final.